JULIANO, CASA COMIGO????
so marcar s2
(Source: so-metimes)
Ele namorava uma menina e quando eles iam fazer alguns meses de namoro, ele foi fazer um show e não ia dar pra eles ficarem juntos nesse dia, então ela pediu pra ele dedicar uma música pra ela. Só que ele esqueceu, e ela ficou muito mal com isso. Então depois de duas semanas, ele terminou com ela, dando a desculpa de que ela estava fazendo ele sofrer, etc. Mas a verdade é que ele achava que já tinha cansado dela. Eles não perderam contato, e ela ainda tentava voltar com ele, e ele sempre dava umas desculpas pra não voltarem.. Assim, a ultima desculpa que ele deu foi que era muito novo pra namorar e que queria curtir a vida com os amigos. Só que depois de mais ou menos 15 dias, ele começou a namorar outra menina. Logo a avó dele morreu, e ela ficou sabendo, então mandou uma mensagem no celular dele dizendo: Amor, quero te encontrar, etc.. Então a nova namorada dele leu e eles acabaram terminando. Então ele ficou muito bravo, e foi encontrar a menina. Quando ele chegou lá, ela perguntou se ele precisava de alguma coisa, em relação a morte da avó dele, e ele disse um monte de coisas pra ela, porque estava nervoso. Pediu pra ela sumir da vida dele. Enfim, eles brigaram mas ela não tinha dinheiro pro taxi, então pediu uma carona pra ele. Ele ignorou, virou as costas. Ela foi dar uma volta na praia, e morreu afogada. “E se foi se jogou num mar aberto de ilusões e as ondas te acertaram como eu planejei eu exagerei.” Como era de noite e não tinha ninguém lá, ninguém sabe ao certo se ela se matou, ou se foi um acidente. E essa é a história da música “As Cores”.
Sinceramente, a quem chama o DH de gay por chorar nessa parte “Tudo que eu falei te fazia chorar, não te ouvia falar. Só te peço perdão e hoje canto pra que ouça dos céus que eu não duvidei do amor”, é muito idiota e sem coração.
NÃO SOU FÃ, MAS VOU REBLOGAR TODA VEZ QUE ISSO APARECER NA MINHA DASH.
(Source: dreams-of-a-confused-girl)
Lembra Sou o mermo menino que não tinha futuro.
Cone
te amo d+ vei
Tenho algumas coisas pra te dizer, não sabia como então resolvi escrever.
Lembra da nossa primeira conversa? Então, eu lembro. Lembro também que você estava feliz naquela época, tudo dando certo, você era alegre e a gente passou a conversar pelo msn, por sms, eu comecei a precisar de você, chegava em casa e corria pro computador na esperança de ver alguma coisa que você mandou ou só pra ver sua foto mesmo. O tempo foi passando e aquela amizade que começou do nada, virou paixão, eu brincava falando que iríamos casar mas no fundo era o que eu queria. Nesse tempo eu não sabia o que queria ainda. Eu te apoiava, te mimava, te dava conselhos e você fazia o mesmo comigo. Começamos a precisar cada vez mais um do outro, eu chegava em casa atrasado e você reclama do meu atrasado de minutos, eu amava aquilo, era bom saber que você se preocupava. De paixão virou amor. Aquele amor que você necessita mais da pessoa do que de oxigênio, eu já não me via mais sem você, sem seu carinho, sem seu jeito… Do nada já estávamos fazendo planos de onde iríamos morar, de onde iríamos nos casar, a gente deu nome pros nossos filhos lembra? Um casal, o menino mais velho. Isso não importa mais, os planos sumiram, a paixão acabou e o amor está desgastado, você não se importa mais, você não me procura mais como antes e meu atraso de minutos não te incomoda. Posso ficar dias sem te ver que não faz mais falta. Você se tornou fria. Eu sei, eu sei, tive culpa nisso, muita culpa por sinal. Não sou perfeito e sempre deixei isso claro. Agora me responde uma coisa, vale a pena largar tudo por essa sua nova vida? Vale mesmo a pena me deixar ir embora? Eu sou tão insuficiente assim? Me responde, eu preciso saber se você ainda sente o que eu sinto ou pelo menos metade. Eu preciso saber que aquele amor de cinema não acabou, preciso saber que por você, ainda vale a pena lutar. (Verdadesdegaroto)
(Source: verdadesdegaroto)
(Source: so-metimes)
Eu fiquei esse tempo todo tentando entender os motivos para a gente ter se afastado tanto. Tentando encontrar as razões pelas quais a gente se distanciou, pelas quais a gente parou de conversar e se considerar da mesma maneira. Eu ainda não sei bem. A gente se falava todos os dias, não faltava assunto, não faltava motivos pra discussões, pra risadas e sorrisos. A gente se divertia tanto juntos. Mas de todos os dias, foi passando pra um dia sim, outro não… Até que chegou ao ponto de onde estamos agora. Sem trocar sequer uma palavra com o outro. Passei a ser mais uma simples pessoa na sua lista de contatos, mais um simples livro lido na sua estante. Eu cheguei muitas vezes a tentar correr atrás, mas por que eu faria isso, se você mesmo não demonstra se importar? É tão complicado e confuso. Tão… inexplicável. As pessoas perguntam o que aconteceu entre nós dois, e eu realmente não sei responder. E se tento dizer alguma coisa, me sinto um idiota. Eu queria que tudo fosse como antes. Eu tentei encontrar forças pra tentar reconstruir tudo que a gente perdeu, mas não dá. Não mais. O por quê? Eu não sei. E se eu pudesse te dizer alguma coisa hoje, seria o que o meu coração diz todos os dias: Eu sinto sua falta. João Pedro Bueno (sabedorias)
Acontece que você é diferente em tudo, você tem algo que eu não consigo explicar. Mesmo com tudo que aconteceu, mesmo com esse suposto fim eu sempre te levarei comigo, parte de mim não consigo esquece-lo e também não quer, ta certo que no final só restou sofrimento, mas porque esquecer da parte boa, de todos os momentos de felicidade que tu me proporcionou, de todas as vezes que tu me fez sorrir, não quero esquecer nunca desta época de felicidade em que estivemos juntos. Eu sempre vou sentir tua falta, falta da felicidade que eu sentia por ter você, é uma pena não ter dado certo, eu realmente que queria que fossemos eternamente um nós. E mesmo com toda dor que eu senti no final disso tudo quero te agradecer por ter entrado em minha vida, por ter me feito sorrir, por tudo.
Poderíamos ter sido para sempre, poderíamos ter sido imbatíveis, poderíamos ter sido um só. Mas você fez questão de não nos deixar sermos nem “nós”. (p-s)